Troc...Troc...Troc...Troc...
Vão cantando os sapatos
A Caminho da escola
Não são caros nem baratos.
À entada , Troc...Troc...
Vão cantando os sapatos
No soalho de madeira
Evitando os buracos.
No recreio, Troc...Troc...
Vão cantando os sapatos
Felizes nas brincadeiras
E tristes com os maus tratos.
À tardinha, Troc...Troc...
Vão cantando os sapatos
Regressando da escolinha
Ligeirinhos mas exaustos!
Sara
segunda-feira, 16 de junho de 2008
As duas panelas
A panela de ferro e a panela de barro viviam sossegadinhas a um canto da lareira. Um certo dia, a panela de ferro convidou a de barro para irem dar um passeio até ao rio.
Esta, sabendo que era muito frágil, desculpou-se:
-Amiga, eu bem gostava, mas...sou tão fraca e delicada que, se cair ou se vier alguma coisa contra mim, vou sofrer muito.
-O quê? Só por isso? Não exageres!-retorquiu a outra. - Eu sou mais forte e estarei sempre junto de ti para te livrar de todas as dificuldades e perigos.
Perante esta manifestação de amizade, de simpatia e perante um argumento tão válido, a panela de barro não resistiu à bela ideia de sair. E lá foram as duas, lado a lado, pela estrada fora.
Mas, que tristeza! Ainda não tinham andado meia dúzia de metros quando numa curva estreita, esbarraram uma na outra. Pobre panela de barro! Ficou toda partida,aos bocadinhos!
Sara
Esta, sabendo que era muito frágil, desculpou-se:
-Amiga, eu bem gostava, mas...sou tão fraca e delicada que, se cair ou se vier alguma coisa contra mim, vou sofrer muito.
-O quê? Só por isso? Não exageres!-retorquiu a outra. - Eu sou mais forte e estarei sempre junto de ti para te livrar de todas as dificuldades e perigos.
Perante esta manifestação de amizade, de simpatia e perante um argumento tão válido, a panela de barro não resistiu à bela ideia de sair. E lá foram as duas, lado a lado, pela estrada fora.
Mas, que tristeza! Ainda não tinham andado meia dúzia de metros quando numa curva estreita, esbarraram uma na outra. Pobre panela de barro! Ficou toda partida,aos bocadinhos!
Sara
A amizade entre duas meninas
Era uma vez duas meninas chamadas Joana e Liliana que tinham dez anos e moravam numa linda cidade do Norte de Portugal.
A Joana e a Liliana, apesar de andarem na mesma turma, não se davam nada bem. Sempre que se cruzavam, metiam-se uma com a outra e às vezes acabavam numa luta corpo a corpo.
Um dia, a Joana estava a brincar com os seus primos quando a Liliana, passando por ela, fez-lhe uma rasteira e ela, ao cair, apoiou-se mal no braço e caiu por cima dele. Claro que o partiu.
- Estúpida! Dói-me imenso braço! - queixou-se a Joana.
E foi atrás dela e fê-la cair, originando uma frida que começou a deitar sangue.
- Ainda falas de mim?! Vamos mas é ter com o teu pai para ver se partiste o braço. - comandou a Liliana.
Como a Liliana comandara, as duas dirijiram-se ao pai da Joana e ele levou logo a filha para o hospital acompanhado da Liliana que ligou aos pais para avisar.
Quando chegaram ao hospital a Liliana, aproveitando a ida do pai da colega à casa-de-banho, cheia de coragem disse:
- Joana, desculpa, eu não queria, era só uma brincadeira, não era para tu partires o braço. Desculpa.
- Calma, Liliana, eu desculpo-te mas eu também tenho de te pedir desculpa pela frida. Não devia ter-te respondido assim. Desculpas?
- Claro e ainda bem que me perdoaste.
- De nada. Já está curada a tua frida?
- Sim, a tua mãe tratou-a. E ainda te dói muito?
- Já tanto não, mas ainda um bocado.
Depois, o pai da Joana voltou e elas tiveram de interromper a conversa. Algum tempo depois, a Joana foi vista e mandaram-na não mexer o braço que era o esquerdo.
Apartir dessa altura, a Joana e a Liliana ficaram as melhores amigas pois como diz o ditado " Há males que veem por bem ".
Sara e Sofia
A Joana e a Liliana, apesar de andarem na mesma turma, não se davam nada bem. Sempre que se cruzavam, metiam-se uma com a outra e às vezes acabavam numa luta corpo a corpo.
Um dia, a Joana estava a brincar com os seus primos quando a Liliana, passando por ela, fez-lhe uma rasteira e ela, ao cair, apoiou-se mal no braço e caiu por cima dele. Claro que o partiu.
- Estúpida! Dói-me imenso braço! - queixou-se a Joana.
E foi atrás dela e fê-la cair, originando uma frida que começou a deitar sangue.
- Ainda falas de mim?! Vamos mas é ter com o teu pai para ver se partiste o braço. - comandou a Liliana.
Como a Liliana comandara, as duas dirijiram-se ao pai da Joana e ele levou logo a filha para o hospital acompanhado da Liliana que ligou aos pais para avisar.
Quando chegaram ao hospital a Liliana, aproveitando a ida do pai da colega à casa-de-banho, cheia de coragem disse:
- Joana, desculpa, eu não queria, era só uma brincadeira, não era para tu partires o braço. Desculpa.
- Calma, Liliana, eu desculpo-te mas eu também tenho de te pedir desculpa pela frida. Não devia ter-te respondido assim. Desculpas?
- Claro e ainda bem que me perdoaste.
- De nada. Já está curada a tua frida?
- Sim, a tua mãe tratou-a. E ainda te dói muito?
- Já tanto não, mas ainda um bocado.
Depois, o pai da Joana voltou e elas tiveram de interromper a conversa. Algum tempo depois, a Joana foi vista e mandaram-na não mexer o braço que era o esquerdo.
Apartir dessa altura, a Joana e a Liliana ficaram as melhores amigas pois como diz o ditado " Há males que veem por bem ".
Sara e Sofia
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Portugal

Portugal é um país
Uma História rica e a minha nação.
Vou fazer um poema para ti
Se quiseres toma-a por uma canção.
Vou falar sobre a tua História
Mas há tanta coisa para contar!!....
O Rei D. Afonso Henriques
Foi o primeiro a cá governar.
Os seus filhos, os seus netos
Seguiram os seus os passos
No tempo de 1383/85
Perdemos para Castela por fracassos
Como somos valentes
Claro que ganhámos a Castela
Apesar de menos soldados
Não ficámos a ser governados por ela
Estávamos em crise
Lançámo-nos sobre o mar
Apesar das lendas sobre o oceano
Fomos na mesma tentar.
Assim acabámos com lendas
Fomos o início da expansão mundial
Inglaterra, Espanha, Holanda
Também tentaram fazer igual.
No século XXI
Lisboa era um grande centro comercial
Só se via barcos a chegar
Em busca de algo especial.
Com todo o dinheiro adquirido
Monumentos via-se a fazer
Eram tão resistentes
Que ainda agora se podem ver.
Mas a expansão trouxe problemas
Portugal começou a enfrequecer
Ficámos algum tempo luxuosos
Mas depois ficámos a perder.
D. João III e o seu filho morreram
Só havia um herdeiro, Sebastião
Era neto legítimo
E, assim, foi proclamado rei, pois então!
Portugal atravessava a crise económica
Quando D. Sebastião ficou a governar
Não se deu por vencido
E pensou em medidas para executar.
O seu avô abandonara o Norte de África
Ele foi até lá para os Mouros vencer
Queria conseguir algum dinheiro
Mas acabou por morrer.
Ele tinha apenas 24 anos
Não deixou sucessor
Quem iria governar Portugal?
Era a pergunta que todos estavam a pôr
O seu tio, Cardeal D. Henrique
Ficou a governar Portugal
Como era membro do Clero e era idoso
Quem iria governar o Reino Luso, afinal?
Havia D. Catarina, D. António e D. Filipe II
Eram todos netos de D. Manuel
Catarina não tinha apoios e António era neto ilegítimo
Foi escolhido Filipe II prometendo ser fiel.
Assim o prometeu, assim o cumpriu
Mas o seu sucessor já se esqueceu
Portugal estava descontente
E assim a revolta nasceu.
Os portugueses começaram então a imaginar
D. Sebastião viria ajudar com o seu cavalo a calvalgar
Esta lenda instalou-se no coração de Portugal
Até a revolta de 1640 ganhar.
Um grupo de Nobres reuniu-se
Em busca da salvação
A revolução de 1640 ganhou
E foi escolhido para Rei D. João.
O Rei francês, Napoleão Bonaparte
Exércitos franceses mandou
Queria fechar os portos a Inglaterra
Mas Portugal não deixou.
A família real portuguesa fugiu
Contámos com a ajuda de Inglaterra
Protegeram-se a si próprios
E ainda a proteger a nossa terra.
Em 1908, Portugal revoltou-se
Não queria mais Reis a cá governar
Matou D. Carlos I e Luís Filipe
Mas a monarquia ainda havia de durar.
Após dois anos do regicídio
A monarquia finalmente acabou
Todos estavam contentes
O coração de Portugal ganhou!
No ano de 1926
Começou a longa ditadura
António de Salazar foi quem a implantou
Que da Europa Ocidental foi a mais dura.
Portugal estava novamente descontente
Começou então a revolução
Foi conhecida porque não morreu ninguém
E Portugal ganhou outra vez, pois então!
Gostaste do poema?
Estiveste sempre ao nosso lado
Nos momentos bons e maus
Por isso: muito obrigado!
Sofia
Uma História rica e a minha nação.
Vou fazer um poema para ti
Se quiseres toma-a por uma canção.
Vou falar sobre a tua História
Mas há tanta coisa para contar!!....
O Rei D. Afonso Henriques
Foi o primeiro a cá governar.
Os seus filhos, os seus netos
Seguiram os seus os passos
No tempo de 1383/85
Perdemos para Castela por fracassos
Como somos valentes
Claro que ganhámos a Castela
Apesar de menos soldados
Não ficámos a ser governados por ela
Estávamos em crise
Lançámo-nos sobre o mar
Apesar das lendas sobre o oceano
Fomos na mesma tentar.
Assim acabámos com lendas
Fomos o início da expansão mundial
Inglaterra, Espanha, Holanda
Também tentaram fazer igual.
No século XXI
Lisboa era um grande centro comercial
Só se via barcos a chegar
Em busca de algo especial.
Com todo o dinheiro adquirido
Monumentos via-se a fazer
Eram tão resistentes
Que ainda agora se podem ver.
Mas a expansão trouxe problemas
Portugal começou a enfrequecer
Ficámos algum tempo luxuosos
Mas depois ficámos a perder.
D. João III e o seu filho morreram
Só havia um herdeiro, Sebastião
Era neto legítimo
E, assim, foi proclamado rei, pois então!
Portugal atravessava a crise económica
Quando D. Sebastião ficou a governar
Não se deu por vencido
E pensou em medidas para executar.
O seu avô abandonara o Norte de África
Ele foi até lá para os Mouros vencer
Queria conseguir algum dinheiro
Mas acabou por morrer.
Ele tinha apenas 24 anos
Não deixou sucessor
Quem iria governar Portugal?
Era a pergunta que todos estavam a pôr
O seu tio, Cardeal D. Henrique
Ficou a governar Portugal
Como era membro do Clero e era idoso
Quem iria governar o Reino Luso, afinal?
Havia D. Catarina, D. António e D. Filipe II
Eram todos netos de D. Manuel
Catarina não tinha apoios e António era neto ilegítimo
Foi escolhido Filipe II prometendo ser fiel.
Assim o prometeu, assim o cumpriu
Mas o seu sucessor já se esqueceu
Portugal estava descontente
E assim a revolta nasceu.
Os portugueses começaram então a imaginar
D. Sebastião viria ajudar com o seu cavalo a calvalgar
Esta lenda instalou-se no coração de Portugal
Até a revolta de 1640 ganhar.
Um grupo de Nobres reuniu-se
Em busca da salvação
A revolução de 1640 ganhou
E foi escolhido para Rei D. João.
O Rei francês, Napoleão Bonaparte
Exércitos franceses mandou
Queria fechar os portos a Inglaterra
Mas Portugal não deixou.
A família real portuguesa fugiu
Contámos com a ajuda de Inglaterra
Protegeram-se a si próprios
E ainda a proteger a nossa terra.
Em 1908, Portugal revoltou-se
Não queria mais Reis a cá governar
Matou D. Carlos I e Luís Filipe
Mas a monarquia ainda havia de durar.
Após dois anos do regicídio
A monarquia finalmente acabou
Todos estavam contentes
O coração de Portugal ganhou!
No ano de 1926
Começou a longa ditadura
António de Salazar foi quem a implantou
Que da Europa Ocidental foi a mais dura.
Portugal estava novamente descontente
Começou então a revolução
Foi conhecida porque não morreu ninguém
E Portugal ganhou outra vez, pois então!
Gostaste do poema?
Estiveste sempre ao nosso lado
Nos momentos bons e maus
Por isso: muito obrigado!
Sofia
terça-feira, 10 de junho de 2008
A minha escola
Adoro andar na minha escola
Porque muitos alunos tem
E ainda porque é bonita e maravilhosa
Então para a minha escola vem
É muito grande e bem situada
Tem muitos sítios para brincar
Tem bufete, biblioteca, sala de convívio
E, por isso, é o nosso segundo lar
De que é que estás à espera?
Vem a minha escola ver
Fica em Marecos, Penafiel
É a melhor para aprender
Sofia
Porque muitos alunos tem
E ainda porque é bonita e maravilhosa
Então para a minha escola vem
É muito grande e bem situada
Tem muitos sítios para brincar
Tem bufete, biblioteca, sala de convívio
E, por isso, é o nosso segundo lar
De que é que estás à espera?
Vem a minha escola ver
Fica em Marecos, Penafiel
É a melhor para aprender
Sofia
terça-feira, 3 de junho de 2008
Um dia numa floresta
Um dia uma criança pobre chamada Inês saiu de casa porque os seus pais a maltratavam e ela vivia muito infeliz. Fugiu à noite e decidiu dormir numa floresta chamada " A Floresta Negra" porque essa floresta era escura e ainda porque viviam lá animais ferozes. Mesmo assim a Inês decidiu ir dormir lá.
Vagueou por lá até que encontrou uma casinha e decidiu abrigar-se nessa casinha mas estranhando a sua presença. Bateu à porta mas ninguém respondeu. Decidida, abriu a porta e foi ver se havia comida no frigorífico e ao verificar que havia comida e que a mesa estava posta ficou um pouco assustada. Comeu muito e após a mini-refeição dirijiu-se ao andar de cima e viu que havia duas casas-de-banho, dois quartos e uma sala de jogos.
Cheia de coragem, entrou num quarto e encontrou uma espécie de extraterrestre a dormir com a sua mulher e dois gémeos também a dormir que deviam ser os seus filhos. Deu um berro aterrorizada.
- O que vem a ser isto?! - interrogou-se o extraterrestre
- Foi aquela humana. Temos que a destruir! Como sabes, os humanos são o nosso pior inimigo! - disse a mulher do extraterrestre.
- Tens razão! - concordou o extraterrestre.
Então os dois extraterrestres começaram a correr na direcção da Inês e ela ficou encurralada entre os dois E.Ts e a parede. Ia ser morta!
O extraterrestre e a sua mulher ficaram cercados por uma força amarela e cor-de-laranja, respectivamente, que logo entrou dentro dos seus donos e estes, fixando as forças nas mãos, preparavam-se para a atingir com os seus poderes. A Inês estava muito assustada!!
A Inês acordou sobressaltada. Aquilo tinha sido apenas um sonho. Estava no seu quarto com os seus brinquedos e os seus pais não a maltratavam, pelo contrário, amavam-na muito.
- Que alívio! Ainda bem que foi apenas um pesadelo! - suspirou, aliviada
De seguida dirijiu-se à cozinha e bebeu um copo de água que a reconfortou. Foi-se deitar e, pelo que me contaram, nessa noite a Inês não teve mais pessadelos.
Sofia e Sara
Vagueou por lá até que encontrou uma casinha e decidiu abrigar-se nessa casinha mas estranhando a sua presença. Bateu à porta mas ninguém respondeu. Decidida, abriu a porta e foi ver se havia comida no frigorífico e ao verificar que havia comida e que a mesa estava posta ficou um pouco assustada. Comeu muito e após a mini-refeição dirijiu-se ao andar de cima e viu que havia duas casas-de-banho, dois quartos e uma sala de jogos.
Cheia de coragem, entrou num quarto e encontrou uma espécie de extraterrestre a dormir com a sua mulher e dois gémeos também a dormir que deviam ser os seus filhos. Deu um berro aterrorizada.
- O que vem a ser isto?! - interrogou-se o extraterrestre
- Foi aquela humana. Temos que a destruir! Como sabes, os humanos são o nosso pior inimigo! - disse a mulher do extraterrestre.
- Tens razão! - concordou o extraterrestre.
Então os dois extraterrestres começaram a correr na direcção da Inês e ela ficou encurralada entre os dois E.Ts e a parede. Ia ser morta!
O extraterrestre e a sua mulher ficaram cercados por uma força amarela e cor-de-laranja, respectivamente, que logo entrou dentro dos seus donos e estes, fixando as forças nas mãos, preparavam-se para a atingir com os seus poderes. A Inês estava muito assustada!!
A Inês acordou sobressaltada. Aquilo tinha sido apenas um sonho. Estava no seu quarto com os seus brinquedos e os seus pais não a maltratavam, pelo contrário, amavam-na muito.
- Que alívio! Ainda bem que foi apenas um pesadelo! - suspirou, aliviada
De seguida dirijiu-se à cozinha e bebeu um copo de água que a reconfortou. Foi-se deitar e, pelo que me contaram, nessa noite a Inês não teve mais pessadelos.
Sofia e Sara
Subscrever:
Mensagens (Atom)