Troc...Troc...Troc...Troc...
Vão cantando os sapatos
A Caminho da escola
Não são caros nem baratos.
À entada , Troc...Troc...
Vão cantando os sapatos
No soalho de madeira
Evitando os buracos.
No recreio, Troc...Troc...
Vão cantando os sapatos
Felizes nas brincadeiras
E tristes com os maus tratos.
À tardinha, Troc...Troc...
Vão cantando os sapatos
Regressando da escolinha
Ligeirinhos mas exaustos!
Sara
segunda-feira, 16 de junho de 2008
As duas panelas
A panela de ferro e a panela de barro viviam sossegadinhas a um canto da lareira. Um certo dia, a panela de ferro convidou a de barro para irem dar um passeio até ao rio.
Esta, sabendo que era muito frágil, desculpou-se:
-Amiga, eu bem gostava, mas...sou tão fraca e delicada que, se cair ou se vier alguma coisa contra mim, vou sofrer muito.
-O quê? Só por isso? Não exageres!-retorquiu a outra. - Eu sou mais forte e estarei sempre junto de ti para te livrar de todas as dificuldades e perigos.
Perante esta manifestação de amizade, de simpatia e perante um argumento tão válido, a panela de barro não resistiu à bela ideia de sair. E lá foram as duas, lado a lado, pela estrada fora.
Mas, que tristeza! Ainda não tinham andado meia dúzia de metros quando numa curva estreita, esbarraram uma na outra. Pobre panela de barro! Ficou toda partida,aos bocadinhos!
Sara
Esta, sabendo que era muito frágil, desculpou-se:
-Amiga, eu bem gostava, mas...sou tão fraca e delicada que, se cair ou se vier alguma coisa contra mim, vou sofrer muito.
-O quê? Só por isso? Não exageres!-retorquiu a outra. - Eu sou mais forte e estarei sempre junto de ti para te livrar de todas as dificuldades e perigos.
Perante esta manifestação de amizade, de simpatia e perante um argumento tão válido, a panela de barro não resistiu à bela ideia de sair. E lá foram as duas, lado a lado, pela estrada fora.
Mas, que tristeza! Ainda não tinham andado meia dúzia de metros quando numa curva estreita, esbarraram uma na outra. Pobre panela de barro! Ficou toda partida,aos bocadinhos!
Sara
A amizade entre duas meninas
Era uma vez duas meninas chamadas Joana e Liliana que tinham dez anos e moravam numa linda cidade do Norte de Portugal.
A Joana e a Liliana, apesar de andarem na mesma turma, não se davam nada bem. Sempre que se cruzavam, metiam-se uma com a outra e às vezes acabavam numa luta corpo a corpo.
Um dia, a Joana estava a brincar com os seus primos quando a Liliana, passando por ela, fez-lhe uma rasteira e ela, ao cair, apoiou-se mal no braço e caiu por cima dele. Claro que o partiu.
- Estúpida! Dói-me imenso braço! - queixou-se a Joana.
E foi atrás dela e fê-la cair, originando uma frida que começou a deitar sangue.
- Ainda falas de mim?! Vamos mas é ter com o teu pai para ver se partiste o braço. - comandou a Liliana.
Como a Liliana comandara, as duas dirijiram-se ao pai da Joana e ele levou logo a filha para o hospital acompanhado da Liliana que ligou aos pais para avisar.
Quando chegaram ao hospital a Liliana, aproveitando a ida do pai da colega à casa-de-banho, cheia de coragem disse:
- Joana, desculpa, eu não queria, era só uma brincadeira, não era para tu partires o braço. Desculpa.
- Calma, Liliana, eu desculpo-te mas eu também tenho de te pedir desculpa pela frida. Não devia ter-te respondido assim. Desculpas?
- Claro e ainda bem que me perdoaste.
- De nada. Já está curada a tua frida?
- Sim, a tua mãe tratou-a. E ainda te dói muito?
- Já tanto não, mas ainda um bocado.
Depois, o pai da Joana voltou e elas tiveram de interromper a conversa. Algum tempo depois, a Joana foi vista e mandaram-na não mexer o braço que era o esquerdo.
Apartir dessa altura, a Joana e a Liliana ficaram as melhores amigas pois como diz o ditado " Há males que veem por bem ".
Sara e Sofia
A Joana e a Liliana, apesar de andarem na mesma turma, não se davam nada bem. Sempre que se cruzavam, metiam-se uma com a outra e às vezes acabavam numa luta corpo a corpo.
Um dia, a Joana estava a brincar com os seus primos quando a Liliana, passando por ela, fez-lhe uma rasteira e ela, ao cair, apoiou-se mal no braço e caiu por cima dele. Claro que o partiu.
- Estúpida! Dói-me imenso braço! - queixou-se a Joana.
E foi atrás dela e fê-la cair, originando uma frida que começou a deitar sangue.
- Ainda falas de mim?! Vamos mas é ter com o teu pai para ver se partiste o braço. - comandou a Liliana.
Como a Liliana comandara, as duas dirijiram-se ao pai da Joana e ele levou logo a filha para o hospital acompanhado da Liliana que ligou aos pais para avisar.
Quando chegaram ao hospital a Liliana, aproveitando a ida do pai da colega à casa-de-banho, cheia de coragem disse:
- Joana, desculpa, eu não queria, era só uma brincadeira, não era para tu partires o braço. Desculpa.
- Calma, Liliana, eu desculpo-te mas eu também tenho de te pedir desculpa pela frida. Não devia ter-te respondido assim. Desculpas?
- Claro e ainda bem que me perdoaste.
- De nada. Já está curada a tua frida?
- Sim, a tua mãe tratou-a. E ainda te dói muito?
- Já tanto não, mas ainda um bocado.
Depois, o pai da Joana voltou e elas tiveram de interromper a conversa. Algum tempo depois, a Joana foi vista e mandaram-na não mexer o braço que era o esquerdo.
Apartir dessa altura, a Joana e a Liliana ficaram as melhores amigas pois como diz o ditado " Há males que veem por bem ".
Sara e Sofia
quinta-feira, 12 de junho de 2008
Portugal

Portugal é um país
Uma História rica e a minha nação.
Vou fazer um poema para ti
Se quiseres toma-a por uma canção.
Vou falar sobre a tua História
Mas há tanta coisa para contar!!....
O Rei D. Afonso Henriques
Foi o primeiro a cá governar.
Os seus filhos, os seus netos
Seguiram os seus os passos
No tempo de 1383/85
Perdemos para Castela por fracassos
Como somos valentes
Claro que ganhámos a Castela
Apesar de menos soldados
Não ficámos a ser governados por ela
Estávamos em crise
Lançámo-nos sobre o mar
Apesar das lendas sobre o oceano
Fomos na mesma tentar.
Assim acabámos com lendas
Fomos o início da expansão mundial
Inglaterra, Espanha, Holanda
Também tentaram fazer igual.
No século XXI
Lisboa era um grande centro comercial
Só se via barcos a chegar
Em busca de algo especial.
Com todo o dinheiro adquirido
Monumentos via-se a fazer
Eram tão resistentes
Que ainda agora se podem ver.
Mas a expansão trouxe problemas
Portugal começou a enfrequecer
Ficámos algum tempo luxuosos
Mas depois ficámos a perder.
D. João III e o seu filho morreram
Só havia um herdeiro, Sebastião
Era neto legítimo
E, assim, foi proclamado rei, pois então!
Portugal atravessava a crise económica
Quando D. Sebastião ficou a governar
Não se deu por vencido
E pensou em medidas para executar.
O seu avô abandonara o Norte de África
Ele foi até lá para os Mouros vencer
Queria conseguir algum dinheiro
Mas acabou por morrer.
Ele tinha apenas 24 anos
Não deixou sucessor
Quem iria governar Portugal?
Era a pergunta que todos estavam a pôr
O seu tio, Cardeal D. Henrique
Ficou a governar Portugal
Como era membro do Clero e era idoso
Quem iria governar o Reino Luso, afinal?
Havia D. Catarina, D. António e D. Filipe II
Eram todos netos de D. Manuel
Catarina não tinha apoios e António era neto ilegítimo
Foi escolhido Filipe II prometendo ser fiel.
Assim o prometeu, assim o cumpriu
Mas o seu sucessor já se esqueceu
Portugal estava descontente
E assim a revolta nasceu.
Os portugueses começaram então a imaginar
D. Sebastião viria ajudar com o seu cavalo a calvalgar
Esta lenda instalou-se no coração de Portugal
Até a revolta de 1640 ganhar.
Um grupo de Nobres reuniu-se
Em busca da salvação
A revolução de 1640 ganhou
E foi escolhido para Rei D. João.
O Rei francês, Napoleão Bonaparte
Exércitos franceses mandou
Queria fechar os portos a Inglaterra
Mas Portugal não deixou.
A família real portuguesa fugiu
Contámos com a ajuda de Inglaterra
Protegeram-se a si próprios
E ainda a proteger a nossa terra.
Em 1908, Portugal revoltou-se
Não queria mais Reis a cá governar
Matou D. Carlos I e Luís Filipe
Mas a monarquia ainda havia de durar.
Após dois anos do regicídio
A monarquia finalmente acabou
Todos estavam contentes
O coração de Portugal ganhou!
No ano de 1926
Começou a longa ditadura
António de Salazar foi quem a implantou
Que da Europa Ocidental foi a mais dura.
Portugal estava novamente descontente
Começou então a revolução
Foi conhecida porque não morreu ninguém
E Portugal ganhou outra vez, pois então!
Gostaste do poema?
Estiveste sempre ao nosso lado
Nos momentos bons e maus
Por isso: muito obrigado!
Sofia
Uma História rica e a minha nação.
Vou fazer um poema para ti
Se quiseres toma-a por uma canção.
Vou falar sobre a tua História
Mas há tanta coisa para contar!!....
O Rei D. Afonso Henriques
Foi o primeiro a cá governar.
Os seus filhos, os seus netos
Seguiram os seus os passos
No tempo de 1383/85
Perdemos para Castela por fracassos
Como somos valentes
Claro que ganhámos a Castela
Apesar de menos soldados
Não ficámos a ser governados por ela
Estávamos em crise
Lançámo-nos sobre o mar
Apesar das lendas sobre o oceano
Fomos na mesma tentar.
Assim acabámos com lendas
Fomos o início da expansão mundial
Inglaterra, Espanha, Holanda
Também tentaram fazer igual.
No século XXI
Lisboa era um grande centro comercial
Só se via barcos a chegar
Em busca de algo especial.
Com todo o dinheiro adquirido
Monumentos via-se a fazer
Eram tão resistentes
Que ainda agora se podem ver.
Mas a expansão trouxe problemas
Portugal começou a enfrequecer
Ficámos algum tempo luxuosos
Mas depois ficámos a perder.
D. João III e o seu filho morreram
Só havia um herdeiro, Sebastião
Era neto legítimo
E, assim, foi proclamado rei, pois então!
Portugal atravessava a crise económica
Quando D. Sebastião ficou a governar
Não se deu por vencido
E pensou em medidas para executar.
O seu avô abandonara o Norte de África
Ele foi até lá para os Mouros vencer
Queria conseguir algum dinheiro
Mas acabou por morrer.
Ele tinha apenas 24 anos
Não deixou sucessor
Quem iria governar Portugal?
Era a pergunta que todos estavam a pôr
O seu tio, Cardeal D. Henrique
Ficou a governar Portugal
Como era membro do Clero e era idoso
Quem iria governar o Reino Luso, afinal?
Havia D. Catarina, D. António e D. Filipe II
Eram todos netos de D. Manuel
Catarina não tinha apoios e António era neto ilegítimo
Foi escolhido Filipe II prometendo ser fiel.
Assim o prometeu, assim o cumpriu
Mas o seu sucessor já se esqueceu
Portugal estava descontente
E assim a revolta nasceu.
Os portugueses começaram então a imaginar
D. Sebastião viria ajudar com o seu cavalo a calvalgar
Esta lenda instalou-se no coração de Portugal
Até a revolta de 1640 ganhar.
Um grupo de Nobres reuniu-se
Em busca da salvação
A revolução de 1640 ganhou
E foi escolhido para Rei D. João.
O Rei francês, Napoleão Bonaparte
Exércitos franceses mandou
Queria fechar os portos a Inglaterra
Mas Portugal não deixou.
A família real portuguesa fugiu
Contámos com a ajuda de Inglaterra
Protegeram-se a si próprios
E ainda a proteger a nossa terra.
Em 1908, Portugal revoltou-se
Não queria mais Reis a cá governar
Matou D. Carlos I e Luís Filipe
Mas a monarquia ainda havia de durar.
Após dois anos do regicídio
A monarquia finalmente acabou
Todos estavam contentes
O coração de Portugal ganhou!
No ano de 1926
Começou a longa ditadura
António de Salazar foi quem a implantou
Que da Europa Ocidental foi a mais dura.
Portugal estava novamente descontente
Começou então a revolução
Foi conhecida porque não morreu ninguém
E Portugal ganhou outra vez, pois então!
Gostaste do poema?
Estiveste sempre ao nosso lado
Nos momentos bons e maus
Por isso: muito obrigado!
Sofia
terça-feira, 10 de junho de 2008
A minha escola
Adoro andar na minha escola
Porque muitos alunos tem
E ainda porque é bonita e maravilhosa
Então para a minha escola vem
É muito grande e bem situada
Tem muitos sítios para brincar
Tem bufete, biblioteca, sala de convívio
E, por isso, é o nosso segundo lar
De que é que estás à espera?
Vem a minha escola ver
Fica em Marecos, Penafiel
É a melhor para aprender
Sofia
Porque muitos alunos tem
E ainda porque é bonita e maravilhosa
Então para a minha escola vem
É muito grande e bem situada
Tem muitos sítios para brincar
Tem bufete, biblioteca, sala de convívio
E, por isso, é o nosso segundo lar
De que é que estás à espera?
Vem a minha escola ver
Fica em Marecos, Penafiel
É a melhor para aprender
Sofia
terça-feira, 3 de junho de 2008
Um dia numa floresta
Um dia uma criança pobre chamada Inês saiu de casa porque os seus pais a maltratavam e ela vivia muito infeliz. Fugiu à noite e decidiu dormir numa floresta chamada " A Floresta Negra" porque essa floresta era escura e ainda porque viviam lá animais ferozes. Mesmo assim a Inês decidiu ir dormir lá.
Vagueou por lá até que encontrou uma casinha e decidiu abrigar-se nessa casinha mas estranhando a sua presença. Bateu à porta mas ninguém respondeu. Decidida, abriu a porta e foi ver se havia comida no frigorífico e ao verificar que havia comida e que a mesa estava posta ficou um pouco assustada. Comeu muito e após a mini-refeição dirijiu-se ao andar de cima e viu que havia duas casas-de-banho, dois quartos e uma sala de jogos.
Cheia de coragem, entrou num quarto e encontrou uma espécie de extraterrestre a dormir com a sua mulher e dois gémeos também a dormir que deviam ser os seus filhos. Deu um berro aterrorizada.
- O que vem a ser isto?! - interrogou-se o extraterrestre
- Foi aquela humana. Temos que a destruir! Como sabes, os humanos são o nosso pior inimigo! - disse a mulher do extraterrestre.
- Tens razão! - concordou o extraterrestre.
Então os dois extraterrestres começaram a correr na direcção da Inês e ela ficou encurralada entre os dois E.Ts e a parede. Ia ser morta!
O extraterrestre e a sua mulher ficaram cercados por uma força amarela e cor-de-laranja, respectivamente, que logo entrou dentro dos seus donos e estes, fixando as forças nas mãos, preparavam-se para a atingir com os seus poderes. A Inês estava muito assustada!!
A Inês acordou sobressaltada. Aquilo tinha sido apenas um sonho. Estava no seu quarto com os seus brinquedos e os seus pais não a maltratavam, pelo contrário, amavam-na muito.
- Que alívio! Ainda bem que foi apenas um pesadelo! - suspirou, aliviada
De seguida dirijiu-se à cozinha e bebeu um copo de água que a reconfortou. Foi-se deitar e, pelo que me contaram, nessa noite a Inês não teve mais pessadelos.
Sofia e Sara
Vagueou por lá até que encontrou uma casinha e decidiu abrigar-se nessa casinha mas estranhando a sua presença. Bateu à porta mas ninguém respondeu. Decidida, abriu a porta e foi ver se havia comida no frigorífico e ao verificar que havia comida e que a mesa estava posta ficou um pouco assustada. Comeu muito e após a mini-refeição dirijiu-se ao andar de cima e viu que havia duas casas-de-banho, dois quartos e uma sala de jogos.
Cheia de coragem, entrou num quarto e encontrou uma espécie de extraterrestre a dormir com a sua mulher e dois gémeos também a dormir que deviam ser os seus filhos. Deu um berro aterrorizada.
- O que vem a ser isto?! - interrogou-se o extraterrestre
- Foi aquela humana. Temos que a destruir! Como sabes, os humanos são o nosso pior inimigo! - disse a mulher do extraterrestre.
- Tens razão! - concordou o extraterrestre.
Então os dois extraterrestres começaram a correr na direcção da Inês e ela ficou encurralada entre os dois E.Ts e a parede. Ia ser morta!
O extraterrestre e a sua mulher ficaram cercados por uma força amarela e cor-de-laranja, respectivamente, que logo entrou dentro dos seus donos e estes, fixando as forças nas mãos, preparavam-se para a atingir com os seus poderes. A Inês estava muito assustada!!
A Inês acordou sobressaltada. Aquilo tinha sido apenas um sonho. Estava no seu quarto com os seus brinquedos e os seus pais não a maltratavam, pelo contrário, amavam-na muito.
- Que alívio! Ainda bem que foi apenas um pesadelo! - suspirou, aliviada
De seguida dirijiu-se à cozinha e bebeu um copo de água que a reconfortou. Foi-se deitar e, pelo que me contaram, nessa noite a Inês não teve mais pessadelos.
Sofia e Sara
terça-feira, 29 de abril de 2008

Contos infantis de Sophia de Mello Breyner Andresen
A Menina do Mar (1958)
A Fada Oriana (1958)
Noite de Natal (1959)
O Cavaleiro da Dinamarca (1964)
O Rapaz de Bronze (1965)
A Floresta (1968)
A Árvore (1985)
A Menina do Mar (1958)
A Fada Oriana (1958)
Noite de Natal (1959)
O Cavaleiro da Dinamarca (1964)
O Rapaz de Bronze (1965)
A Floresta (1968)
A Árvore (1985)
Sites visitados:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Sophia_de_Mello_Breyner#Obras
http://ferrao.org/uploaded_images/sophia.jpgh
Trabalho feito por: Sofia e Sara
http://ferrao.org/uploaded_images/sophia.jpgh
Trabalho feito por: Sofia e Sara
domingo, 20 de abril de 2008
Resumo do capítulo 11

Chegaram a uma ilha e quando o golfinho o deixou ele dirigiu-se a uma gruta por onde espreitou e viu os amigos. Estavam muito tristes e brincar com conchinhas.
Não contendo a felicidade, o rapaz entrou lá dentro e todos se abraçaram e riram por se terem reencontrado. A euforia era tal que a Menina do Mar, o polvo, o caranguejo e o peixe puseram-se a fazer habilidades.
Acabadas as habilidades todos serenaram e a Menina do Mar sentou-se no ombro do rapaz e explicou como arranjara o filtro, contando com a ajuda do Rei do Mar.
No dia seguinte, houve uma festa no palácio do Rei. A Menina do Mar dançou toda a noite recebendo elogios das baleias, dos tubarões, das tartarugas e dos peixes.
E assim se passou esta história.
Sofia e Sara
Não contendo a felicidade, o rapaz entrou lá dentro e todos se abraçaram e riram por se terem reencontrado. A euforia era tal que a Menina do Mar, o polvo, o caranguejo e o peixe puseram-se a fazer habilidades.
Acabadas as habilidades todos serenaram e a Menina do Mar sentou-se no ombro do rapaz e explicou como arranjara o filtro, contando com a ajuda do Rei do Mar.
No dia seguinte, houve uma festa no palácio do Rei. A Menina do Mar dançou toda a noite recebendo elogios das baleias, dos tubarões, das tartarugas e dos peixes.
E assim se passou esta história.
Sofia e Sara
Resumo do capítulo 9
No dia seguinte, o rapaz veio para o sitio combinado trazendo o balde cheio de água. Quando chegou viu os seus amigos com caras de caso. A Menina já não podia ir porque os búzios tinham ouvido a conversa dos dois e tinham contado à Raia.
Para castigo, a Raia decidira que a Menina do Mar e os amigos iriam ser levados para uma praia distante mas, para eles não fugirem, mandara os polvos enconderem-se atrás das rochas e agarrarem-nos, caso isso acontesse. Mas o rapaz, teimando em levar a Menina com ele, os polvos cercaram-no, prenderam-no e ele caiu mas a sua mão não largara o balde onde estava a Menina do Mar.
Até que um polvo começou a asfixiá-lo, ele fechou os olhos e não ouviu e viu mais nada. Estava desmaiado.
Acordou com a água a bater-lhe na cara pois a maré tinha subido. Levantou-se com dores no corpo e foi para casa muito triste.
Sofia e Sara
Para castigo, a Raia decidira que a Menina do Mar e os amigos iriam ser levados para uma praia distante mas, para eles não fugirem, mandara os polvos enconderem-se atrás das rochas e agarrarem-nos, caso isso acontesse. Mas o rapaz, teimando em levar a Menina com ele, os polvos cercaram-no, prenderam-no e ele caiu mas a sua mão não largara o balde onde estava a Menina do Mar.
Até que um polvo começou a asfixiá-lo, ele fechou os olhos e não ouviu e viu mais nada. Estava desmaiado.
Acordou com a água a bater-lhe na cara pois a maré tinha subido. Levantou-se com dores no corpo e foi para casa muito triste.
Sofia e Sara
terça-feira, 1 de abril de 2008
Um dia na água
No dia 22 de Julho, convidei os meus primos, Ricardo e Gonçalo, para irem à praia comigo e com os meus pais. Eles aceitaram o convite com muito prazer.
No dia seguinte, os meus primos apareceram em minha casa e, todos juntos, tomamos um delicioso pequeno-almoço. Derigimo-nos à praia e, a correr, fomos para a água. Os nossos pais ficaram um bocado chateados connosco porque, com a ânsia de irmos para o mar, não olhamos para a bandeira para saber se podiamos ir ao mar. Felizmente, a bandeira que estava posta era a bandeira verde.´
À hora do almoço, os nossos pais chamaram-nos e, todos juntos, fomos almoçar a um restaurante que tinha aspecto de ter boa comida. Nesse restaurante aconteceu uma cena engraçada pois o meu primo Ricardo, quando estava a comer, distraído, deixou cair o copo. O Ricardo teve sorte porque a minha mãe nem o empregado ralharam com ele.
Acabado o almoço, fomos para a praia mas tivemos de esperar porque não tinhamos feito a digestão. Passado essa hora fomos outra vez para a água e aí passamos a tarde de 23 de Julho.
Que divertido foi o dia passado com eles!
Sara
No dia seguinte, os meus primos apareceram em minha casa e, todos juntos, tomamos um delicioso pequeno-almoço. Derigimo-nos à praia e, a correr, fomos para a água. Os nossos pais ficaram um bocado chateados connosco porque, com a ânsia de irmos para o mar, não olhamos para a bandeira para saber se podiamos ir ao mar. Felizmente, a bandeira que estava posta era a bandeira verde.´
À hora do almoço, os nossos pais chamaram-nos e, todos juntos, fomos almoçar a um restaurante que tinha aspecto de ter boa comida. Nesse restaurante aconteceu uma cena engraçada pois o meu primo Ricardo, quando estava a comer, distraído, deixou cair o copo. O Ricardo teve sorte porque a minha mãe nem o empregado ralharam com ele.
Acabado o almoço, fomos para a praia mas tivemos de esperar porque não tinhamos feito a digestão. Passado essa hora fomos outra vez para a água e aí passamos a tarde de 23 de Julho.
Que divertido foi o dia passado com eles!
Sara
Um dia na praia

Era uma vez dois irmãos chamados Pedro e Joana. Tinham 12 anos e 10 anos respectivamente e moravam no Porto, numa linda casa à beira da praia.
Num dia de Verão, os dois irmãos convidaram os seus primos: Francisco (Kiko) de 12 anos e Catarina de 10 anos para irem com eles à praia. Eles aceitaram com muito prazer.
O Kiko e a Catarina chegaram às 11:00h e, em seguida foram brincar no jardim. Quando chegou a hora de almoçar os quatro foram ajudar a D. Helena (mãe do Pedro e da Joana) a pôr a mesa. Almoçaram um delicioso almoço e depois foram ao sitio desejado: à praia.
Foram ao mar e apesar da água estar estar gelada eles não se importaram e fartaram de brincar nela. Quando chegou a hora de lanchar, foram ter com a D. Helena e o Sr. Manuel (pai do Pedro e da Joana) e foram a uma esplanada que por ali havia lanchar. Gostaram do lanche.
Quando chegou a hora de se irem embora, arrumaram as suas coisas de praia e despediram-se daquele sitio que lhes ofereceu muita alegria. Jantaram um saboroso jantar e quando começou a ficar a tarde os pais do Kiko e da Catarina foram buscá-los.
O Pedro e a Joana despediram dos seus primos, felizes por o dia passado com eles.
Sofia
Num dia de Verão, os dois irmãos convidaram os seus primos: Francisco (Kiko) de 12 anos e Catarina de 10 anos para irem com eles à praia. Eles aceitaram com muito prazer.
O Kiko e a Catarina chegaram às 11:00h e, em seguida foram brincar no jardim. Quando chegou a hora de almoçar os quatro foram ajudar a D. Helena (mãe do Pedro e da Joana) a pôr a mesa. Almoçaram um delicioso almoço e depois foram ao sitio desejado: à praia.
Foram ao mar e apesar da água estar estar gelada eles não se importaram e fartaram de brincar nela. Quando chegou a hora de lanchar, foram ter com a D. Helena e o Sr. Manuel (pai do Pedro e da Joana) e foram a uma esplanada que por ali havia lanchar. Gostaram do lanche.
Quando chegou a hora de se irem embora, arrumaram as suas coisas de praia e despediram-se daquele sitio que lhes ofereceu muita alegria. Jantaram um saboroso jantar e quando começou a ficar a tarde os pais do Kiko e da Catarina foram buscá-los.
O Pedro e a Joana despediram dos seus primos, felizes por o dia passado com eles.
Sofia
terça-feira, 11 de março de 2008
Uma convidada
No Sábado, a minha prima veio a minha casa dormir pois os seus pais foram a Lamego. Fiquei muito feliz por ela vir a minha casa pois ela é muito divertida e engraçada.
Fui à catequese mas, como a catequese nunca mais acabava, começei a ficar ansiosa e impaciente porque queria estar com a Marta (a minha prima). Finalmente a catequese acabou e os meus pais e a Marta vieram-me buscar. Fui levar o meu primo a casa e encamenhei-me a ao "FeiraNova" para comprar bebidas e alguns alimentos para lanchar.
Chegamos a minha casa e fizemos tostas mistas e a acompanhar um saboroso sumo. Comemos muito pois as tostas mistas eram deliciosas.
Acabado o lanche, fomos para sala e vimos uns filmes que estavam a dar na televisão. Foi uma tarde bem passada a ver os filmes.
Chegada a hora de jantar fomos para a cozinha e jantamos um saboroso lanche. A sobremesa foi confecionada por nós as duas.
Dormimos muito e no dia seguinte comemos um pequeno-almoço muito bom. Almoçamos e de tarde fomos passear pelo concelho de Penafiel. Para lanche fomos ao "Mcdonalds" e a comida era deliciosa. De tanto comer nem jantamos.
Ficamos a jogar a uns jogos que eu tinha em minha casa. Os pais dela vieram-na buscar pouco tempo depois. Despedi-me dela muito feliz pelos dois dias passados com ela.
Que divertido foi este fim-de-semana!
Sofia
Fui à catequese mas, como a catequese nunca mais acabava, começei a ficar ansiosa e impaciente porque queria estar com a Marta (a minha prima). Finalmente a catequese acabou e os meus pais e a Marta vieram-me buscar. Fui levar o meu primo a casa e encamenhei-me a ao "FeiraNova" para comprar bebidas e alguns alimentos para lanchar.
Chegamos a minha casa e fizemos tostas mistas e a acompanhar um saboroso sumo. Comemos muito pois as tostas mistas eram deliciosas.
Acabado o lanche, fomos para sala e vimos uns filmes que estavam a dar na televisão. Foi uma tarde bem passada a ver os filmes.
Chegada a hora de jantar fomos para a cozinha e jantamos um saboroso lanche. A sobremesa foi confecionada por nós as duas.
Dormimos muito e no dia seguinte comemos um pequeno-almoço muito bom. Almoçamos e de tarde fomos passear pelo concelho de Penafiel. Para lanche fomos ao "Mcdonalds" e a comida era deliciosa. De tanto comer nem jantamos.
Ficamos a jogar a uns jogos que eu tinha em minha casa. Os pais dela vieram-na buscar pouco tempo depois. Despedi-me dela muito feliz pelos dois dias passados com ela.
Que divertido foi este fim-de-semana!
Sofia
A Páscoa em minha casa

Ano Passado, celebrei a Páscoa no dia 16 de Abril e o ponto de encontro nesse ano foi em minha casa. Estiveram todos os meus familiares neste dia tão importante para os cristãos.
Os meus primos, Ricardo e Gonçalo, brincaram comigo divertindo-nos muito pois eles são muito brincalhões e engraçados. Gosto muito deles por causa destas qualidades.
Todos juntos, almoçamos um saboroso almoço no qual todos conversaram animadamente. Depois de tudo arrumado saímos de casa e fomos visitar o distrito do Porto. Conhecemos vários locais muito interessantes.
Ao fim da tarde, regressamos a casa e, para nossa felicidade, fomos abrir as prendas oferecidas pelos padrinhos de cada um. Foram prendas muito giras.
Quando ficou tarde os meus familiares foram-se embora e eu despedi-me deles muito feliz pelo dia passado com eles.
Como foi giro o dia passado com eles!
Sara
Os meus primos, Ricardo e Gonçalo, brincaram comigo divertindo-nos muito pois eles são muito brincalhões e engraçados. Gosto muito deles por causa destas qualidades.
Todos juntos, almoçamos um saboroso almoço no qual todos conversaram animadamente. Depois de tudo arrumado saímos de casa e fomos visitar o distrito do Porto. Conhecemos vários locais muito interessantes.
Ao fim da tarde, regressamos a casa e, para nossa felicidade, fomos abrir as prendas oferecidas pelos padrinhos de cada um. Foram prendas muito giras.
Quando ficou tarde os meus familiares foram-se embora e eu despedi-me deles muito feliz pelo dia passado com eles.
Como foi giro o dia passado com eles!
Sara
segunda-feira, 21 de janeiro de 2008
Um Domingo de festa
Ontem dia 20 de Janeiro fui a uma festa de anos e estive com a minha família na casa dos meus avós maternos. 
Às 15h a festa de anos começou, a aniversariante era uma amiga da escola do 1º ciclo e foi com muito prazer que aceitei o convite. Havia batatas fritas, sumos, panados, etc.
Quando cheguei entreguei a minha prenda e pela cara dela pareceu-me que gostou muito. De seguida, conversamos e brincamos. Mais tarde fomos cantar os "Parabéns" e comemos o bolo que estava delicioso.
Lá voltamos às brincadeiras até que os meus pais me foram buscar.
Os meus pais levaram-me para a casa dos meus avós maternos e aí estavam as minhas primas sendo uma delas bebé. Ela é muito bonita e engraçada.
À noite despedimo-nos felizes por nos termos encontrado.
Foi um dia bem passado.
Sofia

Às 15h a festa de anos começou, a aniversariante era uma amiga da escola do 1º ciclo e foi com muito prazer que aceitei o convite. Havia batatas fritas, sumos, panados, etc.
Quando cheguei entreguei a minha prenda e pela cara dela pareceu-me que gostou muito. De seguida, conversamos e brincamos. Mais tarde fomos cantar os "Parabéns" e comemos o bolo que estava delicioso.
Lá voltamos às brincadeiras até que os meus pais me foram buscar.
Os meus pais levaram-me para a casa dos meus avós maternos e aí estavam as minhas primas sendo uma delas bebé. Ela é muito bonita e engraçada.
À noite despedimo-nos felizes por nos termos encontrado.
Foi um dia bem passado.
Sofia
terça-feira, 15 de janeiro de 2008
Os meus primos
No dia 31 de Dezembro, eu e os meus primos fomos a casa da minha avó comer. Comemos batatas cozidas e a acompanhar bacalhau. Comemos animadamente e com muita alegria.
Quando acabamos de comer fomos todos juntos ao café e os adultos tomaram café e nós comemos poucas guloseimas.Mais tarde fomos ao Porto ver a Árvore de Natal de 37 metros que é grande. Admiramos a sua grandiosidade e a sua beleza.
Perto das 17:00h viemos para a casa da minha avó e comemos um saboroso lanche. Quando chegou as 20:00h alguns comeram batatas
cozidas e outros comeram caldo verde e para sobremesa os tradicionais doces do Ano Novo.
Quando chegou a meia noite comemos passas e uvas para nos dar sorte para o ano de 2008. Às duas da manhã fomos para casa descansar deste dia tão cansativo.
E assim foi a nossa passagem de ano.
Quando acabamos de comer fomos todos juntos ao café e os adultos tomaram café e nós comemos poucas guloseimas.Mais tarde fomos ao Porto ver a Árvore de Natal de 37 metros que é grande. Admiramos a sua grandiosidade e a sua beleza.
Perto das 17:00h viemos para a casa da minha avó e comemos um saboroso lanche. Quando chegou as 20:00h alguns comeram batatas
cozidas e outros comeram caldo verde e para sobremesa os tradicionais doces do Ano Novo.Quando chegou a meia noite comemos passas e uvas para nos dar sorte para o ano de 2008. Às duas da manhã fomos para casa descansar deste dia tão cansativo.
E assim foi a nossa passagem de ano.
Sara
segunda-feira, 14 de janeiro de 2008
Um dia em família

Um dia em família
Almoçamos todos em conjunto e a seguir eu e os meus primos fomos para o meu quarto. Jogamos ao "Monopólio" e ao "Conhecer a Europa". Dançamos e jogamos às escondidas. O meu primo João que é o mais pequeno e curioso descobriu o meu baú das Barbies, divertindo-se a despir e a vestir todas elas e que por ele ser rapaz achamos imensa graça.
De seguida, viemos para a sala e deliciamo-nos com um saboroso lanche, vimos uns filmes na televisão e andamos a fazer cócegas uns aos outros. Conversamos sobre vários assuntos, fizemos desenhos e recortes de umas revistas que depois oferecemos aos nossos pais tendo eles adorado os nossos trabalhos.
Ao final da noite jantamos e fomos arrumar tudo o que tinhamos virado do avesso, pois estava na hora das despedidas parecendo que o dia é muito curto quando estamos em tão alegre convívio.
Sofia
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